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sexta-feira, agosto 20, 2010

Cineclube - A mentira

Não sei quantos sabem, mas faço parte de um grupo que discute sobre cinema sob a óptica cristã.

"Ah, vocês são aqueles chatos que ficam falando mal de todos os filmes, que é do diabo e blá-blá-blá?"

Não!! Pelo contrário, como amantes do cinema cremos que os filmes nos levam a fazer discussões bacanas sobre valores, tendências, sociedade, etc.

Sempre com pipoca e refrigerante temos tardes bem agradáveis de debates e oficinas bacanas. Eu recomendo.

E amanhã, em nosso quarto encontro, o nosso tema será "A mentira". Fica o convite para quem mora em BH e região. Veja postagem no blog do Cineclube e siga-nos no Twitter

Esperamos vocês,

Fiquem com Deus

quinta-feira, setembro 24, 2009

Loucos por Jesus 2009


O evento mais pirado do mundo cristão está de volta em mais uma edição que promete muito!!

O tema desse ano?? Loucos por Jesus de joelhos!! Vamos orar muito!! Uhuuuu \o/

Aproveitando o tema então, seguem dois links para vocês relembrarem um pouco do que já rolou por aqui no TrintaeTrês sobre esse tema:


Mais informações sobre o congresso em www.loucosporjesus.com, ou pelo Twitter

Faça sua inscrição correndo, faltam 15 dias para o Congresso!!!!

quinta-feira, outubro 23, 2008

Tira do sabiá

Acabei de conhecer, pelo "Blog do Hiroshi", o blog "Tira do sabiá", de quadrinhos, que é muito bom.
Segue abaixo um quadrinho dele. Quem quiser ler mais é só clicar no nome do blog, acima.

E recomendo o Blog do Hiroshi para quem gosta de quadrinhos, cinema, desenhos, games, séries e tecnologia, como eu =D

Fiquem com Jesus =)




domingo, setembro 21, 2008

Pergunte ao House

Aproveitando que hoje é o dia do Emmy...
Faça uma pergunta ao House e deixe que ele responda.
Brinquedinho divertido para quem sabe inglês.
Quando eu perguntei para o House como ele estava, ele me respondeu "é simples, são os comprimidos ou a dor".

terça-feira, novembro 20, 2007

Outro Deus (parte 2)

por ed. René Kivitz

Chegou a minha vez de dizer que “Deus morreu, vocês mataram Deus”. Sei dos riscos. Dizem que gato escaldado tem medo de água fria. Mas alguns gatos não se dão por vencidos. Aliás, dizem também que gatos têm sete vidas. Que seja.

Tudo bem, posso atenuar um pouco, respeitando as pessoas que me querem bem e temem por mim. Temem que eu me comprometa em lutas quixotescas. Temem as retaliações que possa sofrer. E, na verdade, temem que eu perca o juízo e a fé. Nesse caso, dou um passo atrás e digo que um deus morreu em mim. E nasceu outro, que me seduziu com amor eterno. Por Ele me apaixonei.

O deus que morreu foi exaltado na sub-cultura da religiosidade evangélica brasileira. Basicamente, era um deus que (1) vivia de plantão para me poupar de qualquer tragédia, evitar meus sofrimentos, e abreviar as situações que me trariam qualquer desconforto; (2) prometia satisfazer não apenas minhas necessidades, mas também meus desejos; (3) estava comprometido a me favorecer em todas as minhas demandas contra os pagãos; (4) compensava minhas irresponsabilidades e ignorâncias em troca de minha fé; (5) manipulava todas as circunstâncias da minha vida como um tapeceiro que corta fios e dá nós no emaranhado do avesso do tapete, para revelar a bela paisagem ao final do processo, capaz de encantar todos aqueles que olham pelo lado certo. Enfim, morreu em mim aquele deus parecido com a figura idealizada de um super-pai, que levou homens como Freud, Nietzsche e Sartre a desdenharem da religião.

Esse deus morreu em mim porque se demonstrou falso. Isto é, ou não existia de fato, ou estava descrito de maneira equivocada, pois não precisamos ser muito sagazes para perceber que (1) o justo sofre, (2) o justo convive com frustrações, (3) os maus prosperam, (4) Deus não faz o que compete aos seres humanos fazer, e (5) não se pode conceber que Deus tenha decidido na eternidade que a missionária fulana de tal seria estuprada numa esquina de São Paulo, para cumprir um propósito, pois nesse caso, o estuprador está isento de responsabilidade.

Não é razoável a crença em um deus que coloca os seus fiéis numa bolha protetora contra toda sorte de dificuldades e possibilidades de dores. A Bíblia Sagrada registra que todos os homens que foram íntimos de Deus e cumpriram tarefas designadas por Ele sofreram, mais até do que muitos que deram as costas para Ele. Isso levou Santa Teresa de Ávila afirmar: “Se o Senhor trata assim os seus amigos, não se admira que tenha tantos inimigos”. Também não faz sentido o relacionamento com Deus motivado pelo interesse de suas bênçãos e galardões, pois isso faz com que Deus deixe de ser um fim em si mesmo e passe a ser um meio de prosperidade, isto é, passa a ser um ídolo a serviço dos fiéis. Igualmente incoerente é acreditar que a fé é suficiente para o êxito, pois ninguém passa no vestibular “pela fé”. Finalmente, não é sensato acreditar que Deus é a causa de tudo quanto acontece no mundo, pois nesse caso Deus estaria por trás de todo ato de maldade, levando o malvado a agir, de modo que ninguém seria culpado pelos seus atos.

Essa coisa de “Deus tem um plano para cada criatura” é incoerente em relação à fé cristã, pois seres criados à imagem e semelhança de Deus não podem ser privados da liberdade. Ou os seres humanos são responsáveis pelos seus destinos, ou não podem ser julgados moralmente.

Esse deus morreu. Mas sua morte fez ecoar uma pergunta no ar: Deus tem um favor especial aos nascidos de novo? Isto é, em relação aos não cristãos, os cristãos são tratados de maneira diferente pelo seu Deus? Minha resposta é sim e não.

Sim, porque por definição aqueles que se relacionam de maneira consciente e voluntária com Deus desfrutam de possibilidades que extrapolam os horizontes de vida daqueles que vivem como se Deus não existisse. A pergunta a respeito do cuidado especial de Deus não se refere a favoritismo ou acepção de pessoas, mas de algo inerente ao relacionamento. Algo como alguém perguntar se uma mãe trata diferente seus filhos em relação a outras crianças. É claro que sim, pois estão sob seus cuidados e sob sua autoridade. Mas, em tese, uma mulher que vive a experiência da maternidade trata todas as crianças com o mesmo senso de justiça e compaixão. E é justamente nesse sentido que Deus não faz qualquer distinção entre os que o reconhecem e os que o rejeitam: Deus faz o sol nascer sobre justos e injustos.

Mas então, qual foi o Deus que nasceu para ocupar o lugar do deus que morreu? Ou se preferir, para tornar a coisa um pouco mais prática, o que posso esperar de Deus?

(1) Sendo cristão, enxergo a vida com outros olhos. Experimentei a metanóia, que chamam de arrependimento, mas creio ser uma expansão de consciência (do gr. meta = além, e nous = mente). Vivo sob valores, imperativos, prioridades e propósitos diferenciados. Conhecer a Deus me faz andar na luz, na verdade, livre de pesos, culpas e máscaras, com a consciência e as intenções tão puras quanto um ser humano imperfeito as pode ter, e isso já basta para que minha vida dê um salto de qualidade imensurável.

(2) Recebo subsídios de Deus no meu “homem interior”, pois sendo verdade que “tudo posso naquele que me fortalece” aprendo a viver o contentamento em toda e qualquer situação. As promessas de Deus aos seus não dizem respeito ao conforto circunstancial ou à prosperidade aqui e agora, mas afetam a interioridade humana, por exemplo, com paz que excede o entendimento e alegria completa. Mais do que isso, a intimidade com Deus não faz a minha vida mais fácil, mas me faz mais humano, mais maduro, mais capaz de amar com a lucidez que escolhe as coisas mais excelentes, mais capaz de enfrentar com dignidade toda e qualquer situação.

(3) Sou integrado numa comunidade de cristãos que me abençoa na dinâmica da mutualidade. O socorro de Deus para minha vida chega pelas mãos dos meus irmãos. São os meus irmãos que me falam as palavras de Deus, repartem comigo seu pão, andam ao meu lado no vale da sombra da morte. Experimento a presença de Deus na comunhão com os filhos de Deus, vendo Deus na face dos irmãos.

(4) Tenho minha consciência e sensibilidades despertadas para o sofrimento da raça humana e a agonia do cosmos que sofre suas dores, de modo a receber um pouco do amor e da compaixão do coração de Deus em meu próprio coração, e acato a utopia do novo céu e da nova terra não como sonhos irrealizável, mas como promessa que motivas à ação toda vez que sou interpelado pelo Deus que me fala desde o clamor dos oprimidos.

(5) Vivo sob o olhar amoroso, poderoso e justo de Deus, que interfere em minha vida à luz de sua economia eterna, à seu critério, e isso é mistério da graça, isto é, não depende dos méritos dos beneficiados. Descanso no fato de que, apesar de Deus não ser a causa primeira de tudo quanto me acontece, não há qualquer coisa que venha me acontecer que esteja fora do seu conhecimento, controle e cuidado. É suficiente crer que toda vez que Deus opta por deixar a vida correr seu curso normal – e geralmente é isso o que Deus faz – nada pode me separar do seu amor, que está em Cristo Jesus meu Salvador.

Em síntese, morreu o deus que fazia de mim uma criança mimada, que chorava a cada desencontro da vida. Recebi revelação do Deus que me convida a crescer, para que Ele possa me receber como seu cooperador, seu amigo, alguém com quem Ele não tem segredos, e que encontra a felicidade não na vida confortável, mas na vida digna. Com a morte de um deus, morreu também uma espiritualidade. E nasceu outra, marcada pela graça, pela fé e pela resistência.

retirado do novo site do ed. René Kivitz: http://www.galilea.com.br

domingo, fevereiro 04, 2007

Livros, livros e mais livros!!

Olá!
Já que no último post falei sobre minha paixão pelos livros (através da mensagem do pr. Ricardo Gondim) nada mais certo do que colocar aqui uma recomendação de livros para vocês:
1. Salva-vidas - Davi Lago: Nesse livro o jovem pastor da Igreja Batista Getsêmani discursa sobre o trabalho do ministério Salva-vidas e abroda também, de maneira geral, como deve ser o viver do jovem cristão no contexto brasileiro de hoje. Imperdível!!
2. Porque sou cristão - John Stott: O livro expõe sete motivos lógicos pelos quais o autor é cristão. Eu fiz até uma sinopse desse livro pra mim e em breve postarei aqui. Impagável!!
3. Crer é também pensar - John Stott: É nesse livro que o autor faz a belíssima oração: "Oro Insistentemente que Deus levante hoje uma nova geração de apologistas cristãos, pessoas que comuniquem a mensagem cristã, tendo uma absoluta fidelidade ao evangelho bíblico, e uma inabalável confiança no poder do Espirito, combinada com um entendimento profundo e sensível ás alternativas contemporâneas do evangelho; pessoas que se relacione com as demais com vivacidade, ardor, autoridade e propriedade; pessoas que façam uso de suas mentes para ganharem outras mentes para Cristo." Não preciso dizer mais nada.
4. Maravilhosa Graça - Philip Yancey: Lindíssimo!! O livro expõe a graça, a única coisa que diferencia os cristãos de outras religiões, segundo o autor, de maneira tocante, intrigante e polêmica!!
5. Em seus passos, o que faria Jesus - Charles M. Sheldon: É o tema da mocidade getsêmani durante esse ano inteiro, é um livro provocante, ninguém pode deixar de ler!!
6. Jesus está aqui - Charles M. Sheldon: É a continuação do livro anterior, bem interessante também, recomendável pra todos que já leram o primeiro. Excelente!!
7. O monge e o executivo - James Hunter: O melhor livro que já li sobre liderança, ele mostra como ser um líder servidor, nos moldes de Jesus. Tocante!!

Encerrarei por aqui minha lista, não por falta de livros, porque nessas férias estou lendo bastante, mas por achar melhor fazer outra lista mais tarde.
Um abraço a todos,
fiquem com Jesus;)

sábado, junho 17, 2006

Argentina 6 x 0 Sérvia e Montenegro

Puxa. estou começando a ficar preocupada com essa seleção argentina. O jogo foi bonito e não só a qualidade inferior dos adversários permitiu a goleada. Os sete gols (um anulado erroneamente pelo juiz) foram muito mais técnica argentina do que falta dessa na Sérvia. Se eles passarem das quartas-de-final, o que é provável, no final pode dar Brasil e Argentina. Realmente, ser hexa é bom, mas em cima da Argentina é melhor ainda. Em compensação não levar o hexa é ruim, mas perdendo da Argentina seria pior que a derrota para o Uruguai na copa de 50. E com a seleção de terça feira não precisa muito pra reconhecer que a Argentina levaria a melhor
Bonito também foi o jogo da Angola, não pelo jogo em si, mas pela comemoração dos angolanos ao fim da partida. Cada dia gosto mais de futebol, mas que nossos " super-astros" tomem cuidado com os hermanos aqui do lado.
Já que estamos em clima de copa, vejam esses artigos (vale a pena, se você lê o que eu escrevo aqui, leia isso também) : http://www.luciobarreto.com.br/conteudox.asp?go=artigoview&id=385&local=Artigos
http://www.luciobarreto.com.br/conteudox.asp?go=artigoview&id=381&local=Artigos
http://www.luciobarreto.com.br/conteudox.asp?go=artigoview&id=379&local=Artigos
http://www.luciobarreto.com.br/conteudox.asp?go=artigoview&id=378&local=Artigos

Veja mais em

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